dezembro
13

imagescatdr21aO pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.

Desejo tudo de ruim para ele.

Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você

O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;

Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;

Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;

Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;

Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.

dezembro
8

liderançaOlá amigos,

Quem quer ser um bom líder, deve fazê-lo através do exemplo.
Não adianta falar e falar e na hora de demonstrar não fazer, não saber, não ter coragem.
Muitas lideranças falham exatamente neste ponto, causando o desrespeito e a desmotivação dos liderados.
Por isso, se você quer ser um bom líder: aprenda primeiro como se faz- desde o mais básico ao mais complexo- para que as pessoas o admirem e queiram segui-lo como exemplo.
Agora uma estorinha que reflete bem isso:

Um caranguejo corria na praia com sua mãe.

A mãe corrigiu o filho:
- Não corra de lado! Andar para frente é muito mais adequado.
O jovem caranguejo respondeu:
- Claro, mamãe. Quero aprender. Mostre como se anda para frente e eu ando atrás de você.
As palavras são importantes, mas o que vale é o exemplo.

dezembro
7

pense nissoOlá pessoal.
Leiam este texto que reflete bem a realidade em que vivemos no mercado de trabalho:

Uma galinha achou alguns grãos de trigo e disse aos seus vizinhos:
- Se plantarmos este trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?
- Eu não – disse a vaca.
- Nem eu – emendou o pato.
- Então eu mesma planto- disse a galinha vermelha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
- Quem vai me ajudara colher o trigo?- quis saber a galinha.
-Não faz parte das minhas funções- disse o porco.
-Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego- exclamou o pato!
- Então eu mesma colho- falou a galinha. E colheu o trigo ela mesma.
Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
- Quem vai me ajudar a assar o pão? – indagou a galinha vermelha.
-Só se me pagarem hora extra- disse a vaca.
-Eu não posso por em risco meu auxílio- doença- emendou o pato.
-Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão- disse o porco.
Ela, então assou cinco pães e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão. Mas a galinha simplesmente disse:
- Não, eu vou comer os cinco pães sozinhas.
- Lucros excessivos !- gritou a vaca.
- Sanguessuga capitalista! Exclamou o pato.
-Exijo direitos iguais! – bradou o ganso.
O porco só grunhiu.
Eles pintaram faixas e cartazes com a palavra “Injustiça” e marcharam em protesto contra a galinha. Quando um agente do governo chegou, disse à galinha:
- Você não pode ser tão egoísta assim.
- Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor- defendeu-se a galinha.
- Exatamente- disse o funcionário do governo. – Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas, sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não são produtivos.
E todos viveram felizes para sempre….
Mas os vizinhos sempre se perguntavam por que a galinha nunca mais fez um pão e por que a fazenda faliu.