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Um povo que saiba sua história. Um povo que pense, reflita e saiba analisar por trás das promessas, que saiba avaliar ações já tomadas pelo poder público e que trouxeram benefícios para a população em geral.
Independente das posições políticas de cada um, da simpatia por esse ou aquele partido é preciso avaliar com imparcialidade os feitos de cada administrador público para poder acertar na hora do voto. Não é um jogo de futebol, em que cada um torce pelo seu time de coração e leva essa torcida à extremos, trata-se de assunto mais complexo e consequências muito sérias e profundas que vão mexer com a vida de todos.
Fraudes, improbidade administrativa, desvios de recursos públicos, falta de verbas para educação, saúde, segurança, projetos sociais são algumas consequências que alteram a vida da população em geral. Punir com rigor os que cometem tais atos é apenas uma parte da solução. A outra está em saber avaliar e rejeitar quem se coloca como alternativa mas não tem embasamento suficiente para cumprir o que promete. Essa é a grande questão.
Em que confiar? Em quem acreditar? Quem pode colocar as coisas nos devidos lugares?
É preciso consciência política, seriedade para analisar propostas e candidatos e promover uma limpeza geral na classe política existente.
Para que um país evolua é necessário escolher muito bem quem vai administrá-lo, quem vai gerenciar o dinheiro público proveniente de impostos e taxas que todos pagam.
Por isso é importante não aceitar qualquer desculpa, qualquer conversa; é preciso pensar, avaliar, refletir bem em quem vale e quem não. O momento atual da história do Brasil mostra bem claro que a situação chegou num ponto em que as pessoas precisam ter mais atenção, mais empenho em escolher corretamente seus representantes.